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AFRONUTRIR COMUNAS LBTS PERIFÉRICAS

De norte ao sul do país a insegurança alimentar e nutricional atinge hoje mais da metade da população brasileira, sendo a maioria a população negra.

Não tem como desviar o olhar do número de pessoas com fome no País, em dois anos a fome aumentou em 14 milhões, mais de 125 milhões de pessoas não tem comida garantida todos os dias e 33 milhões de brasileiros estão passando FOME. Os números do levantamento são da rede Penssan, que reúne pesquisadores de universidades e instituições de todo o país, é uma referência no monitoramento da fome no Brasil e reconhecida pelas Nações Unidas.

Sabemos que não somos nós, da sociedade civil que iremos resolver o problema da FOME no país, a solução deve ser uma Plataforma de Políticas Públicas do Estado brasileiro, tendo em vista que a própria Constituição Federal garante ao povo brasileiro acesso à alimentação adequada, garantindo o bem viver, tendo em vista que estamos vivenciando no país, um desmonte das sensíveis Políticas Públicas direcionadas a Assistência Social da população em vulnerabilidade.

Enquanto sociedade civil podemos buscar minimizar esta carência e construir algumas pontes para erradicar a falta de comida na mesa das famílias brasileira.

A Pandemia da Covid-19, um Governo Federal deletério, que empobreceu os mais pobres e tornou milionários os mais ricos por meio de sua Política Econômica, junto a um Congresso Nacional que em sua maioria apoiou a retirada de direitos no campo da Assistência Social, Saúde, Educação, Cultura, Mobilidade Urbana, Moradia, dentre outros, não contribuiu em nada para a manutenção de Políticas Públicas que garantam a população pobre e periférica acessar serviços de assistência básicos, indo assim contra o povo, produziram uma atmosfera de inflação, refletidos no valor de itens como, gás de cozinha, luz, remédios, gasolina, água e traduzidos no empobrecimento significativo da população e na fome.

A ausência de Campanhas Informativas sobre a Pandemia de forma Nacional e Global para sensibilizar a população e estimular praticas seguras de convívio, tais como isolamento, uso de máscaras, higienização pessoal e de itens de uso coletivo, visando diminuir ao máximo o risco de contaminações, a não informação sobre a importância da vacinação contra o COVID-19 resultou até o momento em mais de 690.000mil mortos em decorrência da doença no Brasil.

O sucateamento do SUS, do MEC, o descrédito dado as Ciência e nas pesquisas, a corrupção, tudo isto contribui para o desemprego e o aumento de famílias e pessoas em situação de rua e de extrema vulnerabilidade social, aumentando assim, a FOME!

As pessoas LGBTTQIA+ também estão entre a população com maior índice de vulnerabilidade, somando mais esta violência, que são o desemprego, a violência física e mental, a exclusão familiar e a FOME!

​O poder aquisitivo de toda a população brasileira vem caindo vertiginosamente, a necropolítica em exercício causa a insegurança sobre a situação financeira e de empregabilidade(...) tem assustados a muitos brasileiros/as, as campanhas de doação em sua maioria encerram-se com a abertura pós pandemia, sabendo-se que a mesma não acabou, está apenas moderada e ainda necessitando de monitoramento e a população ser vacinada em grande escala e a falta desta conscientização, vem aumentando o número de pessoas hospitalizadas pelo COVID-19 e este reflexo podemos ver nesta pesquisa. Porém, com toda esta “abertura” a fome aumentou e é preciso fazer algo, pois além das famílias atendidas por doações de campanhas que foram feitas ao longo do ano de 2020 e 2021, o ano de 2022 deixou estas famílias e outras que se somam nestes números da pesquisa em situação de não terem NADA para COMER!

​São inúmeros os pedidos de auxílios de cesta básica, remédios, auxilio luz, gás de pessoas LGBTTQIA+ e mulheres chefes de família das comunidades que atendemos, diante desta situação lamentável, estamos lançando a campanha: AFRONUTRIR COMUNAS LBTS PERIFÉRICAS. Um Plantaforma que reune 04 coletivos Afrolésbicas Periféricas  e 01 Ponto de Cultura. 

​A Necessidade de sobreviver das AfroLBTS fez com que surgisse esta  campanha que foi formatada pela coletiva da  ACARMO LBT NEGRITUDE, um coletivo de Lésbicas, Bissexuais e Transexuais negras de Periferia, que desde 2001, começamos nossa atuação na cidade de Porto Alegre e após 16 anos, expandimos para atuação Nacional, atuando para pautar Políticas Públicas para a população AFROLBT Periféricas.​​

Compõem esta plataforma:

REDE SAPATÁ - REDE NACIONAL DA PROMOÇÃO E CONTROLE DA SAÚDE, CULTURA E DIREITOS DAS LÉSBICAS NEGRAS 

3DIGITAIS NEGRAS - CULTURA DIGITAL AFROCENTRADA - DF

ACARMO LBT NEGRITUDE  -  AFROLBTs ARTE E CULTURA - RS

Ponto de Cultura PANELLADEXPRESSÃO: ETNOGASTRONOMIA- GÊNERO- COMUNICAÇÃO  -  RS

A meta inicial da campanha foi tentar auxiliar 2.000 pessoas AfroLGBT e mulheres negras chefes de família em situação de extrema vulnerabilidade mapeadas pela por estes coletivos e que necessitam URGENTEMENTE COMER, E COMER COM SEGURANÇA ALIMENTAR é buscar adquirir cestas básicas e orgânicas de qualidade, livre de agrotóxicos, pois não adianta matar a fome e ir matando o povo de câncer e outras doenças que as contaminações e a má alimentação proporcionam aos seres humanos.

 

É nosso compromisso não desamparar estas famílias enquanto o poder público está esfacelado e esfacelando as Políticas de Assistência, esta é uma campanha de financiamento coletivo, queremos auxiliar cada família com R$ 250,00 em produtos. É preciso unir forças para que consigamos atender este público, porque enquanto houver miséria, desemprego, violência nutricional e ambiental no campo e nas cidades, resta a nós enquanto organizações de defesa dos Direitos Humanos nos unir e buscar dar de COMER á quem precisa.

O maior espetáculo do pobre da atualidade é comer

Carolina Maria de Jesus

A ESPERANÇA VENCEU O MEDO, MAS... 

VENCEMOS!! A ESPERANÇA VENCEU O MEDO, mas a destruição das Políticas Assistenciais do Estado Brasileiro ainda se reflete nas periferias dos Estados e Distrito Federal. 

Continuamos nosso HUB de Coletivas LBTS periféricas em busca do bem viver para mulheres negras muitas chefes de família que perderam seus direitos as Políticas Públicas de combate à fome , saúde, emprego, creches, moradia, saneamento, educação, dentre outras , impostas pelos desmontes dos governos municípais, Estaduais e DIstrital, aliados aos legislativos que garantem a continuidade da 

SERVIÇOS

Porto Alegre

ENTREGAS MARMITAS 

12h-14h 

Local: João Alfredo 698 - Cidade Baixa

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COMO DOAR - DOAR - COMO DOAR 

AÇÕES 2024 / 2025 

AÇÕES 2023

AÇÕES 2021 - 2022

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O Ponto de Cultura Panelladexpressão- Pesquisa, Audiovisual, Economia Solidária e Afrofuturismo Cultural, foi criado no ano de 2005 é uma ação da Liga Panalladexpressão. O Ponto de Cultura tem como princípio a economia solidária em seus empreendimentos promovendo e participando de feiras e eventos culturais; também busca intervir nas políticas públicas, visando aumentar a eficiência micro e macroeconômica com o objetivo de gerar benefícios sociais e culturais que favoreçam toda a comunidade, desenvolvendo ações nas temáticas relacionadas ao racismo, aos quilombos e aos Povos Tradicionais e de Matriz Africana no conceito Afrofuturista; abordando a correlação entre corporeidade negra e espaço com as experiências diaspóricas das mulheres africanas atuando no campo antropológico da pesquisa étnica, buscando fortalecer, preservar e visibilizar diversos segmentos da cultura afrobrasileira atraves da produção de audiovisuais, artes visuais, novas tecnologias, saúde, etnoculinaria, e literatura produzida por jovens e mulheres negras.

O projeto motriz da liga é o Macumba Beat Free que é um conjunto de ações desenvolvidas no campo da cosmovisão africana, que através da pesquisa e produção de audiovisual visa a catalogação de receitas culinarias e formas de manuseio de hortaliças e plantas nas comunidades de povos de matriz africana e quilombolas, bem como a produçao de vestuario da mesma tematica e musica tradicional linkadas com as expressoes do movimento Hip Hop e afrofuturista.

PC PANELLADEXPRESSÃO

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ACARMO LBT NEGRITUDE

COLETIVA AGBÁ

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SOBRE

Somos um coletivo de Lésbicas e Bissexuais da oriundas da periferia de Porto Alegre,  desde 2001 juntas. Atuamos em nÍvel local , regional com articulações com redes e movimentos nacionais e internacionais. Acreditamos que as políticas públicas do Estadodevem ser formuladas e implementadas de maneira independente de princípios religiosos e étnicos de forma a assegurar efetivamente os direitos consagrados na Constituição Federal, nos diversos instrumentos internacionais, tendo como compreensão de que a solidariedade com o conjunto dos movimentos sociais é meio e fim em nossa ação. Assim, constituímos a ACARMO LBT NEGRITUDE , com um caráter democrático onde nos organizamos baseadas na cosmovisão africana com uma coordenação horizontal, referência à ancestralidade, equidade, circularidade respeito às diferenças e construção coletiva enquanto direitos humanos e da luta contra o racismo, lesbofobia, bifobia, transfobia, intolerância religiosa, machismo, sexismo e misoginia enquanto pressuposto para efetivação de uma sociedade justa e equânime.

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SOBRE


 

A Coletiva Agbá é um trabalho fundado e coordenado por Janaina Gisele, com objetivo de criar espaço e estrutura para que as vozes de moradoras, moradores, artistas, coletivos e coletivas da zona leste principalmente do Núcleo Lageado, sejam ouvidas.

O espaço da Coletiva Agbá é que moradoras e moradores da zona leste, principalmente do Núcleo Lageado, localizado no distrito de Guaianazes sintam-se à vontade para falar, dançar, sorrir, trocar.

Que artistas que venham de longe possam redefinir centros e virem conhecer as quebradas.

Que todas, todos e todes tenham um Quilombo para se aconchegar.

AÇÕES
🍅Quebrada Sem fome (Ajeum pra todes)
🧒🏾Ori Erê-Festa das crianças
👵🏾👨🏾‍🦲AfroPapo
💃🏿@sambarockincasa (Dança)
📚Oficinas

conheça ma is acesse : meuzap.in/coletivaagba

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3 DIGITAIS NEGRAS

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SOBRE

Coletivo é composto de mulheres negras lésbicas e bissexuais de três regiões do Btasil – Sul, Centro-Oeste e Nordeste que se uniram com o próposito de se somarem no combate á LésBIfobia e o combate ao Racismo, principalmente nas plataformas emergentes, como é o caso do metaverso , inteligência artificial. Proporcionar o fortalecimento das Ativista do Coletivo, com vistas à apoiar a incersão digital para as LésBIcas Negras , quilombolas, lideranças de Terreiros de Matriz Africana e Ativistas de Movimentos Populares. Temos como primeiro objetivo sermos um Instituto de formação e observatório sobre racismo e violações do Direitos AfroLBT em plataformas emergentes e na sociedade.

Criado no final de dezembro de 2021, criado por ativistas negras e lésbicas atuantes em movimentos distintos, com o intuíto de atuarmos com incidência no combate a LBTFobia, Direitos Humanos,das Cidades , Combate a Fome e ao Racismo em tecnologias emergentes e na sociedade de forma geral. 

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REDE SAPATÁ

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APOIOS E PARCERIAS

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